quarta-feira, 1 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
37 MILHÕES!!
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37 MILHÕES!! Acabo de descobrir que a megasena acumulou 37 milhões de reais. Essa imensa quantia foi, por alguns minutos, tema de discussão aqui no trabalho. A tradicional pergunta veio da boca da minha chefe: "E o quê fazer com tanto dinheiro?"
Falamos um pouco sobre as infinitas portas que se abrem quando se tem tal fortuna e também levantamos alguns problemas que vêm junto com o prêmio. Tipo aquelas histórias que ouvimos no jornal,assassinato, briga de família, sumiços repentinos e todo o tipo de tramóia pensada pela inveja que o dinheiro causa. Após eu indicar alguns "poréns" sobre se tornar um milionário do dia pra noite, o câmera gentefiníssima daqui da TV lançou´: " São só esses os problemas? Então eu assumo o risco!". E todos nós caímos na gargalhada..
Mas eu fiquei com isso na cabeça. Não com o quê fazer com essa grana, pensamento que aliás merece um texto. Fica pra próxima. O quê encucou mesmo foi pensar que não são poucas as pessoas que vivem esperando o dia de ganhar na MegaSena. O dia em que finalmente poderão sair de vez de suas vidas e viver uma outra, uma vida em que se pode tudo, em que se é feliz!
Que triste cara... Tanta gente querendo ser outro tipo de gente. Mas por quê? E por quê levar uma vida na qual não se sente bem? Parte da resposta todos nós sabemos de cor e salteado, mesmo que quase nada façamos para mudar...A velha história da desigualdade, da falta de oportunidade de se viver a vida que se quer levar. E é aí que está e não está o problema que quero tratar. A falta de oportunidade é sim um câncer social, que cresce dia após dia e mata aos poucos as últimas partes humanas dessa raça que domina o planeta Terra, mas isso é tema pra outro dia, agora não. Agora quero pensar a segunda parte daquela sentença, "...A VIDA QUE SE QUER LEVAR".

Por quê 37 milhões significa tanto pra tanta gente? Por quê acreditar que é aí que está a resposta de tudo? E se você chegar lá e não encontrar a tal da felicidade? Quando foi que nos convenceram que TER é sinônimo de RIR? Quem nos ludibriou com esse absurdo épico?
Ao mesmo tempo em que me indigno com a incapacidade de ver além dos desejos materiais da sociedade atual não entendo como culpa-la e, pior ainda, não vejo uma saída.
Por quê não vemos em cada esquina uma loteria do amor? E por quê não desejamos 37 milhões de amigos (de verdade, não aqueles que só querem saber o quanto temos no banco)?...
...queria muito continuar escrevendo, mas enquanto não ganho meus 37 MILHÕES preciso voltar ao trabalho.

37 MILHÕES!! Acabo de descobrir que a megasena acumulou 37 milhões de reais. Essa imensa quantia foi, por alguns minutos, tema de discussão aqui no trabalho. A tradicional pergunta veio da boca da minha chefe: "E o quê fazer com tanto dinheiro?"
Falamos um pouco sobre as infinitas portas que se abrem quando se tem tal fortuna e também levantamos alguns problemas que vêm junto com o prêmio. Tipo aquelas histórias que ouvimos no jornal,assassinato, briga de família, sumiços repentinos e todo o tipo de tramóia pensada pela inveja que o dinheiro causa. Após eu indicar alguns "poréns" sobre se tornar um milionário do dia pra noite, o câmera gentefiníssima daqui da TV lançou´: " São só esses os problemas? Então eu assumo o risco!". E todos nós caímos na gargalhada..
Mas eu fiquei com isso na cabeça. Não com o quê fazer com essa grana, pensamento que aliás merece um texto. Fica pra próxima. O quê encucou mesmo foi pensar que não são poucas as pessoas que vivem esperando o dia de ganhar na MegaSena. O dia em que finalmente poderão sair de vez de suas vidas e viver uma outra, uma vida em que se pode tudo, em que se é feliz!
Que triste cara... Tanta gente querendo ser outro tipo de gente. Mas por quê? E por quê levar uma vida na qual não se sente bem? Parte da resposta todos nós sabemos de cor e salteado, mesmo que quase nada façamos para mudar...A velha história da desigualdade, da falta de oportunidade de se viver a vida que se quer levar. E é aí que está e não está o problema que quero tratar. A falta de oportunidade é sim um câncer social, que cresce dia após dia e mata aos poucos as últimas partes humanas dessa raça que domina o planeta Terra, mas isso é tema pra outro dia, agora não. Agora quero pensar a segunda parte daquela sentença, "...A VIDA QUE SE QUER LEVAR".

Por quê 37 milhões significa tanto pra tanta gente? Por quê acreditar que é aí que está a resposta de tudo? E se você chegar lá e não encontrar a tal da felicidade? Quando foi que nos convenceram que TER é sinônimo de RIR? Quem nos ludibriou com esse absurdo épico?
Ao mesmo tempo em que me indigno com a incapacidade de ver além dos desejos materiais da sociedade atual não entendo como culpa-la e, pior ainda, não vejo uma saída.
Por quê não vemos em cada esquina uma loteria do amor? E por quê não desejamos 37 milhões de amigos (de verdade, não aqueles que só querem saber o quanto temos no banco)?...
...queria muito continuar escrevendo, mas enquanto não ganho meus 37 MILHÕES preciso voltar ao trabalho.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Quase Morte, ainda vivo! uuuff

Várias vezes ouvi falar daqueles relatos de pessoas que passaram por experiências de quase morte. Eles variam de pessoa para pessoa, mas quase sempre envolvem aparições de parentes já falecidos, visões da épica luz no fim do tunel e o famoso "filme da vida que passa em segundos". Confesso que nunca soube no que acreditar e que, definitivamente, nunca tive vontade de descobrir o que realmente rola. Hoje, porém, digo que quase, e graças a deus posso dizer essa palavra, QUASE cheguei lá.
A história é longa e não sei se consigo explicá-la. Basta dizer que envolve um skate, uma rua que mais parece uma montanha russa de parque de diversões e, é claro, o fator humano, eu, rolando rua abaixo e deixando um tanto de carne no asfalto. Um olhar pra trás...e confesso que este movimento, que deve ter sido executado em milésimos de segundo, pareceu levar uma eternidade. Eu não senti o impacto com o solo, nem ouvi o som do skate espatifando na calçada, não.. toda minha percepção estava nos olhos, à procura de um farol veloz e próximo, a luz no fim do túnel que, por qualquer explicação inexplicável, não apareceu. Ufffffff... AINDA VIVO!!! - até meus pensamentos tremiam...
Ainda não me caiu a ficha de que podia não estar mais por aqui. Que bobeira perder a vida num episódio como esses. Nossa como ia machucar minha mãe. Aliás, algo do que sobrou na minha memória do momento que acabo de narrar me diz que antes de olhar pra trás pensei nela...
Pior de tudo é o que me fez estar lá, naquele momento, descendo aquela morra de asfalto, naquela hora da tarde/noite.Vontade besta e recente de desafiar as normas, de quebrar a rotina, de sentir as coisas...
Ai ai,a ocasião bem que pede um texto mais longo, uma reflexão sobre a dádiva que é viver...mas chega de escrever, vou curtir a vida que ainda vivo. Ufffff...
quinta-feira, 24 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
No que acreditar?
.

Já nem me lembro de quantas vezes acordei pensando se tudo que conheci ao longo dessa vida é realmente verdadeiro. Será que vivemos um grande sonho? Ou uma alucinação?Até que ponto temos controle sobre nossas próprias vidas?
E sempre que esses questionamentos vinham a minha mente eu via dois caminhos:
1)Voltar a "realidade", me entregar ao que me parece ser a vida.
2)Duvidar que estes questionamentos são realmente meus e continuar a buscar, o mais profundo que esteja, algo que me pareça um esboço de verdade. Mesmo não entendo o que é verdade ou se algo parecido com esse conceito pode existir.
Bicudo e insatisfeito, mas vendo-me ainda despreparado para enfrentar o caminho da dúvida, costumava seguir pelo primeiro.
Mas graças a deus (se é que isso existe) têm pessoas nesse mundo que decidiram seguir pelo segundo caminho e, de vez em quando, conseguem ser ouvidas. Não foram poucas as vezes em que sofri choques de dúvida, provocados por pessoas desse tipo. Minha força de vontade, porém, é pouca. Sinto-me incapaz de nadar contra a correnteza.

Hoje, não tenho nenhuma dúvida de que sou enganado, manipulado a cada segundo. Mas não encontro maneiras de me libertar de uma vez. Um passo já foi dado, fato. Tenho a consciência de que vivo uma mentira das grandes. O problema está em tentar encontrar onde estão os pilares de sustentação dessa mentira e como derrubá-los. Vejo muitos que também entendem o mundo de forma diferente, mas estes (os que conheço), tentam ou tentaram teorizar muito sobre as coisas. Penso que ao fazer, não se acaba com a grande ilusão, mas criá-se outra. Não tenho medo de dizer que Marx, Freud e muitos outros, na minha humilde opinião, fizeram isso. Teorizaram suas percepções do mundo. Em alguns pontos, libertos de qualquer preceito anterior, mas em muitos outros infestados de mentiras já contadas. É difícil fazer-me entender...
Creio que se trata mais ou menos daquela velha questão levantada pela professora de história gorda: Depende do ponto de vista! - dizia ela.
É como se existissem milhares de verdades prontas para serem aceitas. Ou melhor, é como se existissem milhares de mentiras, prontas para serem tomadas como verdades. Foi e é assim, ao longo da história. Acredita-se em algo, cria-se e mata-se por isso, e depois este algo desmentido. Simples assim, descobre-se que certas crenças eram vãs e passamos a tirar sarro do quão besta éramos. E o pior é que jamais aprendemos com o erro e continuamos a matar em nome das verdades que tomamos como certas em nosso tempo.

A irônia é tão grande que se apresenta até nesse texto. A primeira vista parece um grito de socorro de uma alma perdida.Mas, o que me fez escrever?
Hoje de manhã, tive uma aula com um professor que defende que duvidemos de tudo e de todos sempre e nos mostrou milhares de possibilidades de como enxergar o caso Belo Monte. Depois li e escrevi sobre Hélio Oiticica, um artista brasileiro que defendia que arte é tudo aquilo gerado por percepções supra-sensoriais individuais provocadas pela interação de um ser individual com a obra. (existe hoje na terra algum ser individual?!) Além disso, acabo de assistir ao filme Zeitgest, que mostra como acreditamos em fatos que nunca existiram e como somos manipulados a todo instante e forçados a acreditar que somos impotentes perante o mundo. Agora veja como meu texto foi influenciado por tudo isso!
Afinal, o que é de verdade?! O que sou eu? No que acreditar? O que pensar?
Se der mais um passo eu fico maluco! Insanidade?? Será que é aí que está a resposta? Ainda prefiro não arriscar...
...e novamente sigo pelo primeiro caminho...

Já nem me lembro de quantas vezes acordei pensando se tudo que conheci ao longo dessa vida é realmente verdadeiro. Será que vivemos um grande sonho? Ou uma alucinação?Até que ponto temos controle sobre nossas próprias vidas?
E sempre que esses questionamentos vinham a minha mente eu via dois caminhos:
1)Voltar a "realidade", me entregar ao que me parece ser a vida.
2)Duvidar que estes questionamentos são realmente meus e continuar a buscar, o mais profundo que esteja, algo que me pareça um esboço de verdade. Mesmo não entendo o que é verdade ou se algo parecido com esse conceito pode existir.
Bicudo e insatisfeito, mas vendo-me ainda despreparado para enfrentar o caminho da dúvida, costumava seguir pelo primeiro.
Mas graças a deus (se é que isso existe) têm pessoas nesse mundo que decidiram seguir pelo segundo caminho e, de vez em quando, conseguem ser ouvidas. Não foram poucas as vezes em que sofri choques de dúvida, provocados por pessoas desse tipo. Minha força de vontade, porém, é pouca. Sinto-me incapaz de nadar contra a correnteza.

Hoje, não tenho nenhuma dúvida de que sou enganado, manipulado a cada segundo. Mas não encontro maneiras de me libertar de uma vez. Um passo já foi dado, fato. Tenho a consciência de que vivo uma mentira das grandes. O problema está em tentar encontrar onde estão os pilares de sustentação dessa mentira e como derrubá-los. Vejo muitos que também entendem o mundo de forma diferente, mas estes (os que conheço), tentam ou tentaram teorizar muito sobre as coisas. Penso que ao fazer, não se acaba com a grande ilusão, mas criá-se outra. Não tenho medo de dizer que Marx, Freud e muitos outros, na minha humilde opinião, fizeram isso. Teorizaram suas percepções do mundo. Em alguns pontos, libertos de qualquer preceito anterior, mas em muitos outros infestados de mentiras já contadas. É difícil fazer-me entender...
Creio que se trata mais ou menos daquela velha questão levantada pela professora de história gorda: Depende do ponto de vista! - dizia ela.
É como se existissem milhares de verdades prontas para serem aceitas. Ou melhor, é como se existissem milhares de mentiras, prontas para serem tomadas como verdades. Foi e é assim, ao longo da história. Acredita-se em algo, cria-se e mata-se por isso, e depois este algo desmentido. Simples assim, descobre-se que certas crenças eram vãs e passamos a tirar sarro do quão besta éramos. E o pior é que jamais aprendemos com o erro e continuamos a matar em nome das verdades que tomamos como certas em nosso tempo.

A irônia é tão grande que se apresenta até nesse texto. A primeira vista parece um grito de socorro de uma alma perdida.Mas, o que me fez escrever?
Hoje de manhã, tive uma aula com um professor que defende que duvidemos de tudo e de todos sempre e nos mostrou milhares de possibilidades de como enxergar o caso Belo Monte. Depois li e escrevi sobre Hélio Oiticica, um artista brasileiro que defendia que arte é tudo aquilo gerado por percepções supra-sensoriais individuais provocadas pela interação de um ser individual com a obra. (existe hoje na terra algum ser individual?!) Além disso, acabo de assistir ao filme Zeitgest, que mostra como acreditamos em fatos que nunca existiram e como somos manipulados a todo instante e forçados a acreditar que somos impotentes perante o mundo. Agora veja como meu texto foi influenciado por tudo isso!
Afinal, o que é de verdade?! O que sou eu? No que acreditar? O que pensar?
Se der mais um passo eu fico maluco! Insanidade?? Será que é aí que está a resposta? Ainda prefiro não arriscar...
...e novamente sigo pelo primeiro caminho...
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Suicídio Coletivo
...
Passei a ter contato com a obra Jorge Bodansky muito recentemente, mas o curto espaço de tempo foi suficiente para que eu desenvolvesse grande admiração pelo cara. Poderia ficar horas fazendo comentários sobre o trabalho desse documentarista, porém, o quê faz coçar minha mente agora foi provocado por Pandemonium.
Este documentário foi produzido para ser exibido no COP-15, em dezembro do ano passado, na tentativa de provocar uma reflexão aprofundada sobre o meio-ambiente. Pela postura dos principais líderes envolvidos na Conferência, tenho certeza que o filme não nos causou o mesmo impacto...
Sobre o documentário em si, gostaria apenas de destacar a perfeita harmonia entre imagem e audio, que deixa a mensagem e a semente da dúvida ser facilmente plantada na cabeça de qualquer ser pensante que o assista.
O que me intriga, e aí é fazendo uma reflexão sobre o turbilhão de informações que recebemos no dia-a-dia sobre o tema, é a incapacidade que temos em entender que O PLANETA NÃO ESTÁ EM RISCO!
O planeta terra, em seus 4,5 bilhões de anos, já passou por diversas transformações muito maiores do que as que vemos atualmente: derretimento das calotas polares, aumento no nível do mar, aumento da temperatura média e blá, blá, blá.
Já passou por grandes eras glaciais, já foi um caldeirão de vulcões em erupção, assim como viu terra firme emergir e submergir ao longo do tempo. Então já está mais que na hora de acabar com o papinho de "salve o planeta"! Mesmo que uma dia a Terra deixe de existir, what´s the fuckin problem, planetas surgem e são destruídos a cada segundo no universo, será apenas mais um...
É chegada a hora de enfiarmos na cabeça que o que estamos fazendo é simpleste criar condições que impossibilitam a existência de vida humana (e de mais alguns seres vivos que conhecemos)por aqui. Simples assim...E sob um olhar frio e evolucionista, no big deal men, outras espécies surgirão.
Resumindo, pare de pensar que se preocupar um pouco com o meio-ambiente e adotar práticas sustentáveis é um favor que se faz ao planeta ou à natureza, fuck that! O que estamos fazendo é na verdade um grande SUICÍDIO COLETIVO.
Estamos nos matando. Somos, ao mesmo tempo, assassinos, cúmplices e vítimas. Somos algozes de nós mesmos. E daqueles que ainda nem nasceram.Da raça humana.
E o que eu proponho? Reconhecendo que a característica mais marcante da nossa espécie é mesmo o egoísmo, sugiro que assim continuemos a ser. Egoístas, e não burros. Entendamo-nos como um só povo, e defendamo-nos a si próprio, com garras e unhas, até o fim, já que o que está em risco é nosso próprio umbigo e que ninguém vai nos salvar.
Mas insistimos em não entender que os vermes que nos hão de comer não se importarão em saber se tínhamos TV, celulite, carro do ano ou uma gorda conta bancária.
E vamos ser varridos do imaginário deste planeta até que um dia nossos fósseis deêm origem ao combustível que vai impulsionar o incrível desenvolvimento econômico de uma nova raça ambiciosa que ruma ao seu próprio fim...
Passei a ter contato com a obra Jorge Bodansky muito recentemente, mas o curto espaço de tempo foi suficiente para que eu desenvolvesse grande admiração pelo cara. Poderia ficar horas fazendo comentários sobre o trabalho desse documentarista, porém, o quê faz coçar minha mente agora foi provocado por Pandemonium.
Este documentário foi produzido para ser exibido no COP-15, em dezembro do ano passado, na tentativa de provocar uma reflexão aprofundada sobre o meio-ambiente. Pela postura dos principais líderes envolvidos na Conferência, tenho certeza que o filme não nos causou o mesmo impacto...
Sobre o documentário em si, gostaria apenas de destacar a perfeita harmonia entre imagem e audio, que deixa a mensagem e a semente da dúvida ser facilmente plantada na cabeça de qualquer ser pensante que o assista.
O que me intriga, e aí é fazendo uma reflexão sobre o turbilhão de informações que recebemos no dia-a-dia sobre o tema, é a incapacidade que temos em entender que O PLANETA NÃO ESTÁ EM RISCO!
O planeta terra, em seus 4,5 bilhões de anos, já passou por diversas transformações muito maiores do que as que vemos atualmente: derretimento das calotas polares, aumento no nível do mar, aumento da temperatura média e blá, blá, blá.
Já passou por grandes eras glaciais, já foi um caldeirão de vulcões em erupção, assim como viu terra firme emergir e submergir ao longo do tempo. Então já está mais que na hora de acabar com o papinho de "salve o planeta"! Mesmo que uma dia a Terra deixe de existir, what´s the fuckin problem, planetas surgem e são destruídos a cada segundo no universo, será apenas mais um...
É chegada a hora de enfiarmos na cabeça que o que estamos fazendo é simpleste criar condições que impossibilitam a existência de vida humana (e de mais alguns seres vivos que conhecemos)por aqui. Simples assim...E sob um olhar frio e evolucionista, no big deal men, outras espécies surgirão.
Resumindo, pare de pensar que se preocupar um pouco com o meio-ambiente e adotar práticas sustentáveis é um favor que se faz ao planeta ou à natureza, fuck that! O que estamos fazendo é na verdade um grande SUICÍDIO COLETIVO.
Estamos nos matando. Somos, ao mesmo tempo, assassinos, cúmplices e vítimas. Somos algozes de nós mesmos. E daqueles que ainda nem nasceram.Da raça humana.
E o que eu proponho? Reconhecendo que a característica mais marcante da nossa espécie é mesmo o egoísmo, sugiro que assim continuemos a ser. Egoístas, e não burros. Entendamo-nos como um só povo, e defendamo-nos a si próprio, com garras e unhas, até o fim, já que o que está em risco é nosso próprio umbigo e que ninguém vai nos salvar.
Mas insistimos em não entender que os vermes que nos hão de comer não se importarão em saber se tínhamos TV, celulite, carro do ano ou uma gorda conta bancária.
E vamos ser varridos do imaginário deste planeta até que um dia nossos fósseis deêm origem ao combustível que vai impulsionar o incrível desenvolvimento econômico de uma nova raça ambiciosa que ruma ao seu próprio fim...
quinta-feira, 13 de maio de 2010
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